Zen
História. Como todas as escolas budistas, o Zen remete suas raízes ao budismo indiano. A palavra zen vem do termo sânscrito dhyāna, que denota o estado de concentração típico da prática meditativa. Na China, esse termo foi transliterado como channa, e logo reduzido à sua forma mais curta, ch’an (禪). Daí para o coreano como sŏn (선), e finalmente para o japonês como zen. Segundo os relatos tradicionais, o estilo de prática Zen foi levado da Índia à China pelo monge indiano Bodhidharma (em japonês, Daruma), por volta do ano 520 d.C. Embora a historicidade desse relato tenha sido colocada em dúvida por estudiosos modernos, a história (ou lenda) de Bodhidharma é a metáfora fundamental do Zen sobre o cerne de sua prática. Segundo conta o Registro da Transmissão da Lâmpada, um dos mais antigos textos do Zen, Bodhidharma chegou à China pelo território da Dinastia Liang e, devido à sua fama de sábio, foi imediatamente convocado à corte do famoso Imperador Wu-ti. O imperador, que havia apoiado enormemente o budismo na China, perguntou a Bodhidharma sobre o mérito que havia ganhado por apoiar o budismo, esperando que esse mérito lhe garantisse uma boa vida em sua encarnação seguinte. Bodhidharma, porém, respondeu: “Nenhum mérito”. O imperador, enraivecido, perguntou então: “Quem é esse que está diante de mim?” (em linguagem atual, algo como “Quem você pensa que é?”) Bodhidharma respondeu: “Não sei”. Aturdido, o imperador concluiu que Bodhidharma devia ser louco, e o expulsou da corte. Um dos ministros então perguntou ao imperador: “Vossa Majestade Imperial sabe quem é esta pessoa?” O imperador disse que não sabia. O Ministro disse: “Ele é o Bodhisattva da Compaixão, portador do Selo do Coração de Buda”". Cheio de arrependimento, o imperador quis chamar Bodhidharma de volta, mas o ministro advertiu que ele não voltaria nem mesmo se todos os chineses fossem buscá-lo. Outras pessoas, porém, ficaram intrigadas com sua resposta e o seguiram até a caverna aonde ele havia ido viver. Lá, se tornaram seus discípulos, e descobriram que Bodhidharma era o herdeiro espiritual de Mahakashyapa, um dos grandes discípulos de Buda.
Fundamentos do Shiatsu
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Shiatsu é uma palavra japonesa. “SHI” significa dedo e “ATSU” pressão: pressão dos dedos.
Seu significado maior é a comunicação através do toque.
Na técnica do Shiatsu, várias partes do corpo do paciente são alongadas e seguras para melhorar o fluxo energético, a circulação sanguínea, a flexibilidade e a postura. O tratamento tem como objetivo os Canais específicos (“meridianos”) da sutil energia corporal chamada Ki. Esta é a força vital que mantém todas as atividades do corpo, da mente e do espírito.
A vitalidade é a base da saúde, refletindo a força e a harmonia da circulação do Ki. O Shiatsu sensível e de apoio tonifica e corrige o fluxo de Ki, ajudando dessa forma a restaurar a vitalidade, prevenir as doenças e tratar distúrbios agudos e crônicos, visando corrigir o mau funcionamento interno, promover e manter a saúde e tratar de doenças específicas.
O nosso corpo possui mais de 2.000 pontos de acupuntura (pelos quais se absorve energia vital). Muitos deles encontram-se ao longo de canais de energia (ou Meridianos) e sua função é transportar a energia absorvida até os órgãos e vísceras que governam. Por eles circula a energia vital tal como o sangue corre pelos vasos sanguíneos. Assim, há o Meridiano do Coração, o Meridiano do Rim, etc.
Quando os pontos ficam bloqueados (devido aos traumas emocionais, fumo, álcool, drogas, pensamentos desarmoniosos, etc) a energia vital chega com maior dificuldade aos órgãos, prejudicando-os, sendo o início da doença. Um sintoma que denuncia estarem bloqueados é a dor sentida quando pressionados. Durante o Shiatsu, a cada pressão sobre eles, o bloqueio – bem como a dor – vão gradualmente se dissolvendo. Com isto, o Shiatsuterapeuta dissolve a doença (bloqueio) ainda no nível de energia, impedindo que ela chegue ao corpo físico.
Fundamentos do Yoga
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O termo Yoga deriva do radical sânscrito yuj, que significa juntar, unir ou integrar. O que melhor define é “Integração”, posto que não se trata apenas unir coisas diferentes, mas integrar aspectos percebidos como separados numa realidade única. Assim, como objetivo último, Yoga é a integração do ser individual ao Princípio supremo a partir da superação da ideia ilusória de que estas entidades estão separadas por serem essencialmente diferentes. Para tanto, torna-se necessária uma metodologia composta por princípios e atitudes que devem reger a conduta do adepto. Somadas a esta, as práticas de técnicas; dos asanas (posturas físicas e alongamentos), de pranayamas (exercícios respiratórios) e de relaxamento, que juntas proporcionam equilibrio físico, mental e emocional.
O controle do corpo nas posturas, da respiração no inalar e exalar, nos permite a paralisação dos turbilhões da mente, proporcionando tranquilidade e acalmando os pensamentos. A partir deste ponto, nos tornamos aptos às novas ideias e às soluções de problemas, atingindo nossa auto-realização de dentro para fora, modificando nossa forma de lidar com uma situação.
São varias as opções de tipos de Yoga. Para uma escolha mais segura, o importante é conhecer as características de cada estilo, os pontos fortes e as recomendações.
O Hatha Yoga, que trabalha bastante a parte física durante a aula, permite gradualmente, ao aluno, melhora na flexibilidade, postura e circulação do sangue e consequentemente da energia vital. O estilo Hatha Yoga segue as oito orientações que caracterizam os ensinamentos de Patanjali e acabam se transformando em um modo de vida.
Fundamentos do Tai Chi Chuan
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O Tai Chi Chuan (em chinês: 太極拳 pinyin: Tàijí quán) é uma arte marcial interna chinesa, categoria nomeada em chinês de neijia (內家).
Este estilo de arte marcial é reconhecido também como uma forma de meditação em movimento.
Os princípios filosóficos do Tai Chi Chuan remetem ao Taoísmo e à Alquimia Chinesa.
A relação de Yin e Yang, os Cinco Elementos, o Ba Gua (Oito Trigramas), o Livro das Mutações (I Ching) e o Tao Te Ching de Lao Zi são algumas das principais referências para a compreensão de seus fundamentos.
- Os textos clássicos do Tai Chi Chuan escritos pelos mestres orientam a:
- Vencer o movimento através da quietude (Yi Jing Zhi Dong) 以靜制動
- Vencer a dureza através da suavidade (Yi Rou Ke Gang) 以柔克剛
- Vencer o rápido através do lento (Yi Man Sheng Kuai) 以慢勝快
O Tai Chi Chuan tem suas raízes na China, sendo atualmente uma arte praticada no mundo todo. É apreciado no ocidente especialmente por sua relação com a meditação e com a promoção da saúde, oferecendo aos que vivem no ritmo veloz das grandes cidades uma referência de tranquilidade e equilíbrio.
Os criadores do Tai Chi Chuan basearam sua arte na observação da Natureza – não apenas na observação dos animais, mas no estudo dos princípios da interação entre os diversos elementos naturais.
Como somos parte desta natureza, o conhecimento destes princípios e de como atuam dentro de nós, estudados pela Medicina Tradicional Chinesa, revelam o Tai Chi como uma fonte efetiva de energia que encontra-se em nosso interior, situada na região do corpo nomeada pelos chineses de Dantian Médio.
Tai Chi Chuan na melhor Idade
TAI CHI CHUAN – Meditação em movimento, proporcionando relaxamento, saúde, combatendo estresse, insonia, depressão e dores em geral. Excelente atividade física para idosos.
2as, 4as, 6as – às 8h - Higienópolis
3as e 5as – às 9h30 - Perdizes
2as – às 18h30 – Jabaquara
Perdizes – Parque da Agua Branca - Instituto da Melhor Idade Estação Vida
Jabaquara – Av.Eng.George Corbisier, 184 – 5011-8905
Higienópolis – Rua Aureliano Coutinho, 245 – 3662-0690
Contato: corpomentezen@gmail.com ou 9144-1083 e 8788-9594 Prof. Edi
Aulas Particulares: Valor hora/aula de R$85,00






